07 outubro, 2009

Quero um nome melhor para isso...

Copos se esvaziam como o sangue que escorre nas metrópoles.

Pura vaidade, o desejo da carne.

Aprendi que isso é vermelho...

A fraqueza dos elementos me faz pensar melhor. Penso no que desejar, no que beber. O sabor da mistura, bebida, corpo, curvas.

Esbanjar. E saber que não ha um fim, que não se sacia.

Mais um gole, uma noite.

Uma noite, mais carne. Do pouco que venta espero sentir o frio. Inútil.

Da próxima garrafa não é o mesmo que se ingere. Da próxima noite, não será o mesmo corpo.

Um comentário:

Luciana Frayha Righi disse...

....pois que triste desejar arroz e comer feijão....


...oh my.